O que podemos ver em Trás-os-Montes, no Inverno?

O inverno é tempo de diversão nas ruas do nordeste transmontano. Do Natal ao Carnaval, comemora-se o início de um novo ciclo na natureza através de tradições populares antiquíssimas. É altura dos caretos de Podence saírem à rua com os seus chocalhos e fatos coloridos, das grandes fogueiras públicas, das gaitas-de-foles e das tropelias. É […]

caretos

O que podemos ver em Trás-os-Montes, no Inverno?

O inverno é tempo de diversão nas ruas do nordeste transmontano.

Do Natal ao Carnaval, comemora-se o início de um novo ciclo na natureza através de tradições populares antiquíssimas. É altura dos caretos de Podence saírem à rua com os seus chocalhos e fatos coloridos, das grandes fogueiras públicas, das gaitas-de-foles e das tropelias. É também a estação dos pratos de porco bísaro e dos famosos enchidos e fumeiro.

Mais informação: Festas de Inverno e de Carnaval;

Onde Dormir: A.Montesinho
Onde comer: Restaurante Típico D.Roberto 

Fonte: Viagens à Solta

feira das cantarias bragança 2018

Feira das Cantarinhas 2018 Bragança

Na comida havia representação da doçaria local com “económicos”, “súplicas” e “dormidos”. Depois havia apresentação de doçaria de outras regiões e até apresentação de pastelaria a que chamamos de “fabrico próprio”. Alguns produtos hortícolas alguns para plantio. Por mim vinguei-me a comer do bom pão e chouriço assado, pedaço de bom “bísaro”, rodeão e umas ervilhas tortas deliciosas, tudo do melhor no restaurante D. Roberto em Gimonde. Dispõe de Turismo de Habitação e uma apetitosa loja de produtos regionais, com o melhor dos enchidos que aí se fazem.

Fonte: Virgílio Gomes

mascararte

Mascararte 2017

De 30 de Novembro a 5 de dezembro, realiza-se em Bragança a Mascararte, VIII bienal da Máscara.
Do programa constam várias atividades com vista à valorização e preservação deste património cultural transmontano.

Saiba mais ( C.M. Bragança | Mascararte)

Gastronomia. Quem deixou os cuscos em Trás-os-Montes?

“Isto é deitar água e depois, com as mãos, sempre a torcer”, diz dona Maria de Lurdes, enquanto demonstra, repetindo os gestos que se fazem nesta região de Trás-os-Montes há séculos e que quase estiveram em risco de se perder. Estamos aqui para ouvir a história dos cuscos transmontanos, esse produto praticamente desconhecido no resto do país e que nos liga ao Norte de África sem que tenhamos, para já, conseguido traçar a sua história completa ao longo do tempo. Maria de Lurdes Diegues é da aldeia de Paçó, concelho de Vinhais, e há quinze anos que vende os cuscos na feira. Mas, nos últimos tempos, depois de esta tradição alimentar ter despertado a curiosidade de alguns investigadores, a procura é cada vez maior e ela não tem mãos a medir — literalmente, porque este é um trabalho de mãos, e, sobretudo de braços. Debruçada sobre a masseira, deixa água morna com sal na farinha, delicadamente, usando uma vassoura feita de ervas selvagens — “chamam-lhe mata pulga, é da família do linho” — porque é esta a melhor forma de dosear a água, que, presa nos ramos fininhos da planta, cai “pinguinha a pinguinha”.
 

Saiba mais em: Público 

Por: Alexandra Prada Coelho

Festival do Butelo e Casulas 2017

 

Butelo e Cascas 2017

Este ano o Carnaval em Bragança, tem dois aliados de peso: O Butelo e os Caretos, venha a Bragança entre 24 e 26 de fevereiro e desfrute de um belo Carnaval.

(via: O Cantinho romântico Transmontano)

veados Terra Fria Transmontana

Trás-os-Montes: Quando os veados deixam de ser fantasmas

Entre Setembro e Outubro o Parque Natural de Montesinho enche-se de magia: os veados caminham entre nós como deuses – é a época da brama do acasalamento. Pretexto para uma escapadinha da Rota da Terra Fria Transmontana.

Uma sugestão e visita a Trás-Os-Montes com passagem pela Quinta das Covas em Gimonde.

Fonte: Público

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