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Rural Castanea - programa 2018

XIII FESTA DA CASTANHA EM VINHAIS

A edição deste ano da Rural Castanea- Festa da Castanha de Vinhais já tem data marcada. Vai realizar-se de 19 a 21 de outubro de 2018, no Parque Municipal de Exposições de Vinhais. Este evento pretende valorizar a castanha, promovê-la gastronomicamente e potenciar a sua produção.
Vinhais é dos concelhos portugueses com maior produção de castanha, anualmente saem entre 13 a 15 mil toneladas, tendo este número vindo a aumentar devido ao investimento dos produtores locais na plantação de novos soutos e nas tecnologias de produção.

Fonte:https://www.cm-vinhais.PT/
programa

2018 NORCAÇA, NORPESCA & NORCASTANHA 1 a 4 de novembro

Um projeto de valorização do património cinegético, piscícola, gastronómico e turístico do Norte;
Um desafio a todos os caçadores, pescadores, agentes económicos e amantes da Natureza;
Um chamamento à melhor gestão dos nossos recursos hídricos e piscícolas;
Uma evidência de que os nossos muitos rios necessitam de urgente proteção da sua variada, mas já escassa, fauna ictiológica;
Uma resposta aos que creem, e sempre acreditaram, no futuro da sua terra;
Um espaço de reflexão e convívio sobre novas tecnologias, novas estratégias de proteção da caça, da pesca e do ambiente e sobre a identificação das agressões ilícitas à fauna cinegética e piscícola;
Um encontro de todos com a natureza, a arte e a cultura de um povo;
Um compromisso com a juventude, determinada a defender o seu património natural;
A consciencialização de que a utilização racional dos nossos ricos recursos naturais é geradora de riqueza para todos;
A determinação em apresentar estratégias técnicas para o aproveitamento da riqueza cinegética e piscícola do Norte de Portugal;
O assombro de sentir combinada a ciência infusa de temperar com o Maior Pote do Mundo;
A consciência social do direito do Homem à utilização racional dos recursos vivos e ecossistemas;
O pacto de união indissolúvel do Homem com a Natureza;
O desejo da castanha em mostrar-lhe que é fonte de energia e virilidade.
A divulgação de novas tecnologias com vista ao aprimoramento da utilização dos recursos transmontanos.
A prova de que há vida para além da inquietação.
O diagnóstico dos problemas que a caça, a pesca e a castanha estão a enfrentar.
A prosperidade de Trás-os-Montes depende da nossa capacidade, habilidade, vontade, energia e organização em potenciar os nossos recursos naturais.
Uma oportunidade favorável ao aproveitamento das ajudas comunitárias às fileiras da caça, pesca e castanha.
Um certame cercado de riquezas naturais.

Informações do programa adicionais: https://www.cm-braganca.pt/

Fontes: NORCAÇA, NORPESCA E NORCASTANHA

Programa da 17ª Feira Internacional do Norte NORCAÇA, NORPESCA E NORCASTANHA

Cartaz do programa

 

 

 

 

Escapada de um dia por Bragança

Hace tiempo que realizamos este viaje, pero, aun así, aún lo recordamos con cierto cariño por lo que nos gustó. Nos referimos a nuestro viaje visitando el Parque Natural de Montesinho y Braganza (Bragança), la capital de la región portuguesa de Tierras de Trás-os-Montes.

Nuestro viaje original, junto los compañeros de Destino Castilla y León no contemplaba pasar la frontera hacia Portugal, pues era un viaje al norte de la provincia de Zamora, y si acaso también visitar el Bierzo, en León, desde Puebla de Sanabria. Pero tras unos días de mal tiempo, decidimos cambiar de rumbo sobre la marcha y entrar en Portugal, visitando el Parque Natural de Montesinho.

Avós transmontanas abrem as portas para partilhar memórias e saberes

Projeto “Viva@vó” pretende criar no meio académico um novo produto turístico para as aldeias do distrito de Bragança. Maria da Graça Afonso de 76 anos, antiga professora primária, natural e residente em Agrochão, no concelho de Vinhais, e é uma das avós do projeto “Viva@Vó” da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela (EsACT) do Instituto Politécnico de Bragança.

Mesa de Bragança, nas 7 Maravilhas à Mesa

Bragança é, de entre múltiplas qualidades, sinónimo de um património edificado bem conservado e uma gastronomia que sabe aliar a elegância da cozinha moderna às suas formas próprias artesanais, que perpetuam a sua autenticidade e genuinidade com sabores ricos e fortes.

Começamos por ir em direção ao símbolo maior da Cidade, o bonito Castelo muralhado e, logo ao lado, a Domus Municipalis, único exemplar do género na Península Ibérica, onde nos espera uma mesa com o folar bem cozido, recheado com carnes certificadas da região ou uma panóplia de cogumelos silvestres, colhidos cautelosamente entre pinheiros e giestas, a que se segue um dos nossos pratos característicos e que não pode faltar na mesa de qualquer Bragançano – um belo exemplar de Butelo, que as geadas frias do inverno ajudaram a temperar, acompanhado pelas Casulas cozidas em pote de ferro, onde o azeite virgem aveluda e amacia o paladar.

Saiba mais em:
https://7maravilhas.pt/portfolio-items/mesa-de-braganca/

 

feira das cantarias bragança 2018

Feira das Cantarinhas 2018 Bragança

Na comida havia representação da doçaria local com “económicos”, “súplicas” e “dormidos”. Depois havia apresentação de doçaria de outras regiões e até apresentação de pastelaria a que chamamos de “fabrico próprio”. Alguns produtos hortícolas alguns para plantio. Por mim vinguei-me a comer do bom pão e chouriço assado, pedaço de bom “bísaro”, rodeão e umas ervilhas tortas deliciosas, tudo do melhor no restaurante D. Roberto em Gimonde. Dispõe de Turismo de Habitação e uma apetitosa loja de produtos regionais, com o melhor dos enchidos que aí se fazem.

Fonte: Virgílio Gomes